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Terapia Biológica com PRP, o Plasma Rico em Plaquetas

Foto do escritor: Daniel Hidalgo
Daniel Hidalgo
28 de out.
11 min de leitura

Você já ouviu falar em PRP para tratar dores nas articulações ou lesões nos tendões? A sigla significa plasma rico em plaquetas e se refere a um preparado obtido a partir do próprio sangue do paciente.


Nos últimos anos, o PRP tem despertado interesse na ortopedia como uma possível ferramenta para o tratamento de algumas condições musculoesqueléticas. Mas é importante entender como ele funciona, quais são suas limitações e por que sua indicação precisa ser individualizada.


Mão com luva azul segura um tubo com sangue separado em camadas, ilustrando o preparo do plasma rico em plaquetas (PRP).



O que é o PRP?

O plasma rico em plaquetas (PRP) é um preparado obtido a partir do próprio sangue do paciente. Após a coleta, o sangue é processado, geralmente por centrifugação, para separar seus componentes e obter uma porção de plasma com maior concentração de plaquetas. Além de seu papel na coagulação, as plaquetas contêm proteínas e fatores de crescimento que participam da resposta inflamatória e dos processos de reparação dos tecidos.


Na ortopedia, o PRP é estudado como parte do tratamento de algumas condições articulares e tendíneas, com o objetivo de contribuir para a melhora da dor e da função. Sua composição pode variar conforme o método de preparo, e seus resultados dependem da condição tratada e das características de cada paciente; por isso, o PRP não deve ser entendido como uma garantia de regeneração dos tecidos ou de cura da lesão.



Como é feita a aplicação de PRP? Conheça o passo a passo.


O tratamento com plasma rico em plaquetas, ou PRP, começa com uma coleta de sangue do próprio paciente, que pode ser realizada em ambiente ambulatorial, ou seja, no consultório, ou em ambiente hospitalar, a depender de cada caso.


Em seguida, o sangue coletado é processado para obter um preparado com plaquetas concentradas, que será aplicado na região definida pelo médico.


O procedimento pode apresentar diferenças de acordo com a condição tratada, o método de preparo e os materiais utilizados. De forma geral, estas são as etapas:



  1. Avaliação médica e planejamento


Antes da aplicação, é realizada uma avaliação para identificar a causa dos sintomas e discutir se o PRP pode ser considerado para aquele caso.

Nessa consulta, são analisados o histórico de saúde, os tratamentos já realizados, os medicamentos em uso e, quando necessário, os exames de imagem. Também são esclarecidos os possíveis benefícios, as limitações e os riscos do procedimento.

É importante informar ao médico todos os medicamentos que utiliza. Não suspenda nenhum medicamento por conta própria: caso algum ajuste seja necessário, ele será orientado individualmente.



  1. Coleta de sangue


No dia do procedimento, uma amostra de sangue é coletada de uma veia, geralmente no membro superior, de maneira semelhante à coleta para um exame laboratorial convencional. A quantidade de sangue coletada depende do sistema utilizado e da quantidade de PRP necessária para a aplicação.


Coleta de sangue do braço de um paciente para o preparo de plasma rico em plaquetas (PRP).


  1. Centrifugação e preparo do PRP


Após a coleta, o sangue é colocado em um equipamento chamado centrífuga. Ele gira os tubos em uma velocidade controlada, permitindo a separação dos componentes do sangue.


Com esse processo, é possível obter uma porção do plasma com maior concentração de plaquetas. O modo de preparo pode variar conforme o sistema e o protocolo utilizados.


As plaquetas contêm substâncias, incluindo fatores de crescimento, que participam de processos relacionados à resposta inflamatória e ao reparo dos tecidos.



  1. Preparação da região a ser tratada


Enquanto o PRP é preparado, o paciente é posicionado de forma adequada para a aplicação. A região é identificada e a pele é limpa com uma solução antisséptica para reduzir o risco de infecção.


Dependendo do local e da técnica escolhida, pode ser utilizado anestésico local. Em algumas situações, a ultrassonografia auxilia na identificação da estrutura e no posicionamento da agulha.



  1. Aplicação do PRP


O PRP preparado é aspirado em uma seringa e aplicado com uma agulha na região indicada. Conforme o diagnóstico, a aplicação pode ser feita dentro de uma articulação ou em uma região relacionada a um tendão.


Durante o procedimento, o paciente pode sentir uma picada, pressão ou desconforto. A intensidade varia de acordo com a região tratada e a sensibilidade de cada pessoa.


Duas seringas com plasma amarelado ao lado de um tubo utilizado no preparo de plasma rico em plaquetas (PRP).


  1. Orientações após a aplicação


Depois do procedimento, o paciente recebe orientações sobre cuidados locais, atividades físicas e retorno às atividades habituais. Essas recomendações dependem da estrutura tratada e do plano de reabilitação.


É possível sentir dor ou apresentar inchaço temporário na região. O médico também orientará quais medidas e medicamentos podem ser utilizados, caso necessário.


Dor intensa ou progressiva, vermelhidão que aumenta, febre ou outros sintomas preocupantes devem ser comunicados prontamente ao médico.



Quantas aplicações são necessárias?


Não existe um número único de aplicações que seja adequado para todos os pacientes. A decisão depende da condição tratada, da resposta observada e do protocolo escolhido.


O PRP pode integrar um plano de tratamento mais amplo, que inclua fisioterapia, fortalecimento muscular e ajustes nas atividades. A evolução deve ser acompanhada pelo médico, respeitando as características de cada caso.



Como o PRP age?


O plasma rico em plaquetas (PRP) atua por meio de uma combinação de substâncias biologicamente ativas presentes no plasma e nas plaquetas. Quando ativadas, as plaquetas liberam proteínas chamadas fatores de crescimento — entre elas o PDGF, o TGF-β e o VEGF —, além de outras moléculas que funcionam como sinais para as células.


Em estudos de laboratório e em modelos experimentais, esses sinais demonstraram potencial para influenciar a resposta inflamatória, estimular a migração e a atividade de células envolvidas no reparo tecidual. Algumas dessas substâncias também participam da formação de vasos sanguíneos, processo relacionado à cicatrização.


Na artrose, pesquisas investigam ainda como o PRP pode influenciar o ambiente da articulação e os processos relacionados à inflamação e à degradação da cartilagem.


Esses mecanismos ajudam a explicar o interesse no tratamento, mas os efeitos observados em laboratório não garantem que haja regeneração do tecido ou o mesmo resultado em todos os pacientes. A resposta clínica também pode variar conforme a condição tratada e a composição do PRP, que depende do método utilizado em seu preparo.


Infográfico dos possíveis mecanismos de ação do PRP: liberação de fatores de crescimento, modulação da inflamação, atividade celular, produção de matriz e formação de vasos sanguíneos. Os resultados clínicos variam.


Quais são as indicações do PRP na ortopedia?


O plasma rico em plaquetas (PRP) pode ser utilizado como recurso complementar no tratamento de algumas condições osteomusculares. Sua indicação depende de uma avaliação médica individualizada, que considera o diagnóstico, os sintomas, os tratamentos já realizados, as alternativas disponíveis e as evidências científicas para cada situação.


No Brasil, a Resolução CFM nº 2.464/2026, em vigor desde 15 de julho de 2026, regulamenta o uso médico do PRP como tratamento adjuvante, ou seja, complementar, em quatro condições específicas: osteoartrite do joelho, discopatia lombar, epicondilite lateral do cotovelo e reparo meniscal. A norma substituiu a resolução anterior, que classificava seu uso musculoesquelético como experimental.



Osteoartrite do joelho


A osteoartrite, também chamada de artrose, pode provocar dor, rigidez e dificuldade para caminhar ou realizar atividades do dia a dia. Nesses pacientes, o PRP pode ser considerado como parte do tratamento para auxiliar no controle dos sintomas e na melhora da função.


Entre as indicações avaliadas pelo CFM, a artrose do joelho apresenta o conjunto de evidências mais consistente. Ainda assim, os resultados dos estudos não são uniformes, e a resposta varia entre os pacientes. O PRP não substitui medidas como reabilitação, fortalecimento muscular e outras condutas indicadas para cada caso.



Reparo meniscal


Os meniscos são estruturas que contribuem para a distribuição de cargas e a proteção da articulação do joelho. Em determinadas lesões, pode ser indicada uma cirurgia para reparar o menisco.

Nessa situação, o PRP pode ser considerado como recurso complementar ao reparo. Seu uso não substitui a técnica cirúrgica adequada nem garante a cicatrização do menisco. A reabilitação e o acompanhamento pós-operatório continuam sendo partes importantes do tratamento.



Epicondilite lateral do cotovelo


Conhecida como “cotovelo do tenista”, a epicondilite lateral causa dor na parte externa do cotovelo, frequentemente relacionada ao uso dos músculos e tendões do antebraço e à movimentação do punho.


O PRP pode ser considerado como tratamento complementar em casos selecionados, após confirmação do diagnóstico e avaliação das medidas já realizadas. A resolução reconhece essa indicação, embora ressalte que as evidências disponíveis são mais heterogêneas do que as da artrose do joelho.



Discopatia lombar


A discopatia lombar envolve alterações nos discos situados entre as vértebras da região lombar. A presença de alterações em um exame de imagem, por si só, não significa que o PRP seja indicado: é necessário relacionar os achados aos sintomas e à avaliação clínica.


Por se tratar de uma região de maior complexidade, a resolução estabelece que os procedimentos com PRP envolvendo a coluna sejam realizados com orientação por imagem, em ambiente hospitalar ou de hospital-dia, por médico com qualificação prevista na norma.



O PRP pode ser usado em outras lesões?


O PRP também é objeto de pesquisa em outras condições, incluindo diferentes tendinopatias e lesões musculoesqueléticas. Entretanto, essas outras situações não estão entre as quatro indicações clínicas previstas na Resolução CFM nº 2.464/2026.



Quando o PRP não deve ser utilizado?


A resolução veda o uso do PRP, entre outras situações, quando há infecção ativa no local da aplicação, neoplasia ativa, redução clinicamente relevante das plaquetas, distúrbios sanguíneos ou alterações de coagulação não corrigidas e incompatíveis com o procedimento. Por isso, é essencial informar ao médico o histórico de saúde e todos os medicamentos em uso.


Mesmo nas condições regulamentadas, a indicação não é automática. O paciente deve receber informações sobre os possíveis benefícios, os riscos, as limitações científicas e as alternativas de tratamento, para participar da decisão de forma esclarecida. O PRP não deve ser apresentado como promessa de cura, garantia de regeneração dos tecidos ou substituto de uma cirurgia formalmente indicada.



Existem riscos?


O PRP é preparado com o próprio sangue do paciente, o que reduz o risco de reações imunológicas ao produto. Ainda assim, sua aplicação é um procedimento invasivo e pode causar dor, inchaço, sangramento, hematoma e infecção, além de riscos específicos da região tratada.


Antes de decidir pelo procedimento, é importante conversar com o médico sobre doenças pré-existentes, uso de medicamentos e outros fatores que possam interferir na segurança ou no resultado.



O PRP substitui a fisioterapia ou a cirurgia?


Não necessariamente. O tratamento de uma doença ortopédica pode envolver orientação de atividades, fortalecimento muscular, reabilitação, medicamentos e outras medidas, conforme o caso.


Quando considerado, o PRP pode fazer parte de um plano de tratamento mais amplo, como uma terapia complementar. Da mesma forma, ele não elimina a necessidade de cirurgia em todas as situações.



Como saber se o PRP é uma opção para mim?


O primeiro passo é obter um diagnóstico e compreender a causa dos sintomas. A decisão deve levar em conta a condição tratada, a intensidade das queixas, os tratamentos já realizados, as evidências disponíveis e as expectativas do paciente.


O PRP é uma área de interesse crescente na ortopedia, mas seus resultados não são garantidos. Uma conversa individualizada com o ortopedista ajuda a avaliar os possíveis benefícios e limitações e a escolher a conduta mais adequada para cada caso.



O que dizem os estudos científicos sobre o PRP na Ortopedia?


O plasma rico em plaquetas (PRP) tem sido estudado no tratamento de diferentes condições ortopédicas, principalmente na artrose do joelho e em algumas doenças dos tendões. Os resultados são promissores em determinados cenários, mas ainda existem diferenças entre os estudos. Para compreender essas evidências, é importante observar qual doença foi tratada, com qual alternativa o PRP foi comparado e por quanto tempo os pacientes foram acompanhados.



PRP e ácido hialurônico na artrose do joelho


O ácido hialurônico é utilizado em infiltrações articulares com o objetivo de ajudar no controle dos sintomas da artrose. Diversos estudos compararam essa alternativa ao PRP, avaliando principalmente dor e função do joelho.


Em uma revisão sistemática publicada em 2024, pesquisadores reuniram resultados de estudos clínicos e observaram que o PRP apresentou uma taxa maior de resultados considerados satisfatórios em comparação com o ácido hialurônico. A análise também apontou melhora em alguns desfechos relacionados aos sintomas quando o PRP foi comparado a outras alternativas de tratamento não cirúrgico.


Esses achados sugerem que o PRP pode ser uma opção para alguns pacientes, mas não significam que ele será superior ao ácido hialurônico em todos os casos. Os estudos utilizam diferentes tipos de PRP, números de aplicações e critérios de avaliação. Além disso, algumas pesquisas individuais apresentam resultados estatisticamente pouco robustos, o que reforça a necessidade de interpretar os dados com cautela.



PRP e corticoide


Os corticoides são medicamentos com ação anti-inflamatória que podem ser utilizados em infiltrações para aliviar os sintomas da artrose. Sua indicação depende das características do paciente e do momento do tratamento.


Uma revisão sistemática com comparação entre diferentes tratamentos injetáveis observou que, em avaliações realizadas a partir de seis meses, os pacientes tratados com PRP apresentaram, em média, melhores resultados de dor e função do que aqueles que receberam corticoide. O ácido hialurônico também apresentou resultados superiores aos do corticoide nessa análise.


A comparação, contudo, depende do período avaliado e das características dos estudos. Assim, um resultado médio favorável ao PRP em determinado prazo não permite afirmar que ele seja a melhor escolha para todos os pacientes ou em todas as fases do tratamento.



PRP comparado ao placebo


Comparar o PRP com outras infiltrações é importante, mas compará-lo com um placebo, como uma aplicação de solução salina, também ajuda a investigar quanto da melhora observada pode estar associado ao preparado.


No estudo RESTORE, publicado na revista JAMA em 2021, 288 pessoas com artrose leve a moderada do joelho foram distribuídas para receber PRP ou placebo. Após 12 meses, houve melhora média da dor nos dois grupos, mas a diferença entre eles não foi estatisticamente significativa. O estudo também não encontrou diferença significativa na alteração do volume da cartilagem avaliado por ressonância magnética.


Esse resultado mostra por que a melhora após uma infiltração precisa ser interpretada com cuidado. Ele também reforça que a recuperação da cartilagem ou a interrupção da progressão da artrose não foram comprovadas como resultado garantido do PRP.



E nas lesões dos tendões?


O PRP também é investigado em tendinopatias, incluindo a tendinopatia patelar, que pode causar dor na região anterior do joelho e limitar atividades esportivas.


Em um estudo clínico com 57 participantes, pesquisadores compararam dois tipos de PRP — um com maior e outro com menor concentração de leucócitos — com uma aplicação de solução salina. Os participantes também realizaram um programa de reabilitação. Nesse estudo, o PRP não demonstrou vantagem clara sobre a solução salina nos resultados avaliados.


Isso não encerra a discussão sobre o tema, mas mostra que os resultados variam conforme a condição tratada e que não é adequado extrapolar os achados da artrose do joelho para todas as lesões de tendões.



Por que os resultados dos estudos são diferentes?


O termo PRP engloba preparados que podem apresentar diferenças na concentração de plaquetas e na presença de outras células, como os leucócitos. Além disso, os estudos podem incluir pacientes com graus diferentes de artrose, utilizar uma ou mais aplicações e acompanhar os resultados por períodos distintos.


Essas diferenças dificultam a comparação direta entre pesquisas e ajudam a explicar por que ainda existem dúvidas sobre qual formulação utilizar, quantas aplicações realizar e quais pacientes têm maior probabilidade de se beneficiar.



Como interpretar essas informações?


As pesquisas indicam que o PRP pode contribuir para a melhora da dor e da função em alguns pacientes com artrose do joelho, e parte dos estudos aponta resultados favoráveis em comparação com outras infiltrações. Ao mesmo tempo, estudos controlados com placebo encontraram resultados menos favoráveis, e a resposta em tendinopatias permanece variável.


Por isso, a escolha deve ser individualizada, considerando o diagnóstico, a intensidade dos sintomas, os tratamentos já realizados, as alternativas disponíveis e as expectativas do paciente. O PRP pode fazer parte de um plano mais amplo, que inclua reabilitação e fortalecimento muscular.



Referências científicas


  1. Oeding JF, et al. Platelet-Rich Plasma Versus Alternative Injections for Osteoarthritis of the Knee: A Systematic Review and Statistical Fragility Index–Based Meta-analysis of Randomized Controlled Trials. The American Journal of Sports Medicine. 2024.

  2. Jawanda S, et al. Platelet-Rich Plasma, Bone Marrow Aspirate Concentrate, and Hyaluronic Acid Injections Outperform Corticosteroids in Pain and Function Scores at a Minimum of 6 Months as Intra-Articular Injections for Knee Osteoarthritis. Arthroscopy. 2024.

  3. Bennell KL, et al. Effect of Intra-articular Platelet-Rich Plasma vs Placebo Injection on Pain and Medial Tibial Cartilage Volume in Patients With Knee Osteoarthritis: The RESTORE Randomized Clinical Trial. JAMA. 2021.

  4. Scott A, et al. Platelet-Rich Plasma for Patellar Tendinopathy: A Randomized Controlled Trial of Leukocyte-Rich PRP or Leukocyte-Poor PRP Versus Saline. The American Journal of Sports Medicine. 2019.


Sobre o autor


O Dr. Daniel Hidalgo é médico ortopedista e traumatologista, com foco de atuação em cirurgia do joelho e artroscopia. Graduado pela Faculdade de Medicina do ABC, realizou residência em Ortopedia e Traumatologia e especialização em Cirurgia do Joelho na Santa Casa de São Paulo. Possui MBA Executivo em Gestão de Saúde pelo Hospital Israelita Albert Einstein e realizou observership no Hospital Croix-Rousse, em Lyon, na França.

É membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT), da Sociedade Brasileira de Cirurgia do Joelho (SBCJ) e da Sociedade Médica Brasileira de Tratamento por Onda de Choque (SMBTOC). Em seu blog, compartilha informações sobre saúde do joelho, prevenção de lesões e tratamentos ortopédicos, com linguagem acessível e fundamentação científica.



Nota editorial: Este conteúdo foi elaborado com auxílio de inteligência artificial, revisado e ajustado pelo Dr. Daniel Hidalgo, responsável pela versão final do texto.

 
 
 

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